quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Quem é Hélio Couto?

Esse trabalho começou há muito tempo atrás em Guaratinguetá, onde nasci. Tive a graça de ter pais muito inteligentes que contribuíram para o meu interesse por tudo que é intelectual, desde a infância. Meu pai era escritor, radialista, editor de seu próprio jornal e consultor. Minha mãe era radio atriz e escritora. Desta maneira, cresci cercado por livros, jornais, levando matérias para o programa de rádio e participando de discussões filosóficas. 

Nunca esqueci minha primeira professora, D. Ernestina, excelente professora que me ensinou a ler, abrindo minha mente para um mundo infinito de conhecimentos. 

Desta forma, com oito anos de idade comecei a ler a Bíblia, procurando entender a razão de tudo que existe. Como o mundo foi criado, de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos. Essas questões já estavam presentes na minha mente naquela época e nunca mais desapareceram. 

Passei, então, a ler tudo que caia em minhas mãos e a fazer trabalhos que gerassem a renda que precisava para comprar livros de autobiografias a fim de entender como as pessoas obtinham sucesso. Livros sobre grandes líderes, políticos, generais, psicanalistas, escritores, filósofos, enfim, todo tipo de literatura me interessava. 

Descobri que havia uma biblioteca municipal perto de casa com a vantagem de que quase não havia controle ao acesso dos livros. As prateleiras estavam todas lotadas e podia-se andar entre elas e pegar o livro que se quisesse para ler lá mesmo ou levar para casa. Isso foi como descobrir um tesouro perdido. Passava o dia inteiro lendo e lendo, sem nunca cansar. 

Assim os anos foram passando até me formar contador. 

Comecei a trabalhar num banco, ganhando o dinheiro necessário para comprar mais livros... 

Quando esgotei as possibilidades de crescimento na cidade mudei-me para São Paulo, indo trabalhar numa multinacional no departamento de contabilidade. 

Como sempre aconteceu na minha vida, trabalhei duro e logo não tinha mais como me desenvolver no departamento. Pedi para fazer um teste para programador de computadores e passei no teste. Foi uma grande alegria porque eram os primeiros computadores. Aqueles enormes que ocupavam uma sala inteira. Fiz parte dos pioneiros que implantaram essas máquinas. A programação em Assembler de segunda geração era uma coisa complicada, mas nada que um mergulho total no assunto não resolvesse. 

Trabalhei em mais de vinte empresas de vários setores como programador e analista de sistemas. Fiz dezenas de cursos nessas áreas, por mais de vinte anos. 

Ao mesmo tempo, continuava comprando livros e abrindo novos horizontes, pois São Paulo é um mundo fabuloso de livrarias e tudo o mais. 

Durante esse período na computação aproveitei para continuar minha pesquisa original sobre como as coisas funcionam. 

Já tinha chegado à conclusão de que o sucesso depende de como se pensa, após ler tanto sobre psicologia, psicanálise, sociologia, história, política, economia, publicidade, etc. 

No entanto, percebi que tinha de vivenciar para poder entender do assunto a fundo. Fiz vários tipos de terapias com psicólogos, psicanalistas e outras terapias. Tudo ainda dentro do paradigma vigente. 

Evidentemente, já sabia que a espiritualidade é um fator muito importante para o sucesso pessoal. Pesquisei e participei da maioria das religiões para entendê-las e adquirir mais conhecimento. Essas vivências foram importantíssimas na minha formação. Li, então, inúmeros livros sobre cada terapia e religião que pesquisei. 

Participei de vários rituais que abriram meus chackras possibilitando que o véu da ilusão fosse rasgado, pouco a pouco, permitindo que enxergasse o outro lado da realidade. 

Quando isso aconteceu houve uma mudança radical na minha personalidade e na forma de ver o mundo. Percebi que havia outro universo a ser pesquisado. Esse foi mais um tesouro que descobri. 

Nesse ponto, já estava com mais de vinte anos de experiência na análise de sistemas, o que considero muito importante porque passei a ter uma visão sistêmica da realidade. Minha formação como analista de sistemas foi fundamental para que pudesse chegar até aqui. 

Todo conhecimento me interessava, todas as áreas, todas as religiões, todas as terapias, novos métodos como Programação Neurolinguística (PNL), a antiga hipnose e assim por diante. 

Passava horas pensando num determinado assunto ou problema até chegar a uma conclusão. Só assim ficava satisfeito. 

É lógico que uma pesquisa assim me levaria, rapidamente, à fronteira do conhecimento oficial. Do paradigma vigente. 

Sabia que havia mais, pois inúmeros fenômenos são ocultados do público e ignorados pela ciência. Só restava, então, mergulhar no desconhecido e fazer minha própria pesquisa. 

Percebi que o segredo estava na Física, mãe de todas as ciências. Ali encontraria a verdade última sobre a realidade. Novamente mergulhei nos livros. E descobri a mecânica quântica. Nesse ponto, tive uma epifania. Entendi como funcionava o universo. A realidade última da matéria e sua conexão com o mundo espiritual. Todas as peças se encaixaram num imenso quebra-cabeça. Só que isso não bastava, é claro. Surgiram as perguntas: 

O que há do outro lado para ser acessado? 

Como acessar? 

Como usar de forma prática? (sempre quis entender como tudo funcionava para ter resultados práticos). 

Um dia, li uma frase de Carl G. Jung dizendo que ele havia descoberto a chave que abria todas as portas. Lembro até hoje que estava deitado, tarde da noite, quando pensei: eu também quero descobrir a chave que abre todas as portas. Se ele sabe, eu também quero saber. Então, fui ler sua obra. Isso abriu o mundo dos arquétipos para mim. Foi sensacional descobrir isso. E levou-me a Joseph Campbell, um dos maiores mitólogos. 

Desta forma, pude juntar a mente e a matéria. A psicologia, a psicanálise, a psiquiatria, a história, a economia, a física, a neurologia, etc. O conhecido e o oculto. 

Sabia o que existia do outro lado, mas faltava ainda saber como acessar essas informações. Enquanto lia sobre tudo isso, fazia as pesquisas, rituais, etc., pensava dia e noite sobre o problema. Praticamente só pensava nisso e ia juntando todas as peças. Como tinha entendido a mecânica quântica e que tudo era vibração, tanto deste lado como do outro, cheguei à conclusão de que tudo tinha uma freqüência determinada e que toda informação estava armazenada na forma de onda. Tudo é energia e também informação. 

Nesse ponto iniciei uma pesquisa de dez anos para avaliar os resultados, em mim mesmo, da utilização de todo tipo de freqüência e informação. Dias e noites pesquisando isso, sem parar. 

Esse tipo de pesquisa é exponencial, pois cada conhecimento adquirido possibilita acessar ainda mais conhecimento. E a mente cresce na mesma proporção. 

Todas as portas se abriram. Toda a informação existente estava disponível. A transferência ininterrupta de informações durante dez anos foi uma experiência indescritível. Exponenciando sem parar. Pude, então, acessar a informação emocional e mental de todos aqueles sobre os quais já havia lido. O conhecimento de tudo podia ser acessado e usado. Pessoas e arquétipos. Personagens reais ou ficcionais. Tudo, enfim. 

O próximo passo foi descobrir como personalizar e acessar exatamente o que se quer. Isso foi rápido já que podia obter qualquer informação. 

Dessa forma nasceu a ferramenta da Ressonância Harmônica. 

+Helio Couto
Vídeos: www.cursosheliocouto.com.br
Site: www.heliocouto.com

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