quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Relacionamentos Afetivos III

Relacionamentos Afetivos III

A bioquímica – O mistério revelado

Muitos anos atrás tive uma grata surpresa ao verificar que a pesquisa da antropóloga Helen Fisher, Ph.D., coincidia exatamente com a minha própria pesquisa sobre relacionamentos, que está no meu DVD “Amar – a bioquímica do amor”. O trabalho dela está no excelente livro “Por que Amamos”, Ed. Record. É um livro indispensável para todos que se interessam pelo tema dos relacionamentos.

Neste trabalho ela analisou os neurotransmissores e usou um aparelho de ressonância magnética funcional (fMRI) para ver como o cérebro reagia nos relacionamentos.

É importantíssima a descoberta de que o núcleo caudado, que faz parte do cérebro reptiliano ou Complexo R, tem muita importância nos relacionamentos. Toda a lógica que rege a atuação do Complexo R está envolvida nos relacionamentos através do sistema de recompensas do cérebro. 

O que sentimos num relacionamento está determinado bioquimicamente pela quantidade de dopamina, norepinefrina, serotonina, oxitocina, vasopresina e testosterona.

Este estudo é muito importante para que se entenda que nos relacionamentos não se pode agir com base na esperança de que dê certo. Vocês já viram alguma grande empresa dizer que tem esperança de que o negócio de certo? Mas, sempre escuto que as pessoas começam relacionamentos na esperança de que funcione! A ciência já descobriu o que funciona e porque funciona. Contrariar essas descobertas é pura auto-sabotagem. É tratar os relacionamentos como um jogo de roleta num cassino. Pode ser que dê ou pode ser que não! Isso é absurdo em se tratando de algo tão importante, já que é o segundo degrau na escala de Maslow. Existem protocolos que se forem seguidos o sucesso é certo e o contrário também é verdadeiro.

Quando se fala de relacionamentos várias regiões cerebrais são ativadas. Isso é importante porque se queremos um relacionamento de longa duração é preciso que uma determinada região seja ativa e outra não. Dependendo de se ativar uma região ou outra é que teremos o sucesso ou não. E depois que uma região foi ativada mudar para outra é extremamente improvável que funcione o relacionamento. Traduzindo: depois que se adotou um comportamento no relacionamento uma região foi ativada e a produção de determinados neurotransmissores também. Esse conjunto conduz o relacionamento para um determinado destino. Ou dá certo ou não dá certo. Ou se toma o caminho da esquerda ou da direita. Contrariar esse protocolo é acreditar em algo muito improvável. Estamos falando de bioquímica. Nós é que decidimos que química criar no nosso cérebro. É uma decisão consciente de conduzir o relacionamento de um jeito ou de outro. Se fizermos direito o sucesso é extremamente provável. Porque a química das duas pessoas depende da escolha que fazemos.

Para que haja um relacionamento de longo prazo é preciso que tenhamos a quantidade certa de dopamina, norepinefrina e serotonina. Devemos criar em nós e no outro esses neurotransmissores se quisermos que dê certo. Para fazer isso é preciso conversar. Vejam o que ela fala na página 123 do livro. Não existe “jeitinho” neste caso. Ou se faz certo ou não teremos um relacionamento duradouro. Não há variáveis ocultas neste assunto. Ele já está explicado. Ou se segue o protocolo e temos a bioquímica certa ou não teremos. 

A outra grande vantagem destas descobertas é que é possível regular o que se sente mudando-se a quantidade dos neurotransmissores que temos em nós. Isso é possível com o uso de Arquétipos. É neste ponto que a Ressonância Harmônica é uma ferramenta extremamente importante. Diminuindo-se a quantidade de uns e aumentando de outros o sentimento muda rapidamente e qualquer sofrimento por causa de relacionamentos é eliminado. Não há necessidade de sofrer por isso. Já foi o tempo em que isso era inevitável. A ciência nos trouxe o conhecimento para ser felizes e não sofrermos. É uma escolha. Conhecimento é poder e neste caso é também a capacidade de não sofrer desnecessariamente.

Este é um assunto que necessitara de várias postagens para elucidar todo o protocolo.

Hélio Couto
Site Oficial: www.heliocouto.com


Um comentário:

Anônimo disse...

Gostaria de saber quais são esses protocolos e como utilizá-los.

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Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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