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terça-feira, 23 de abril de 2013

Dívidas VII



Dívidas VII

Temos as leis de Causa e Efeito, Ação e Reação, Semear e Colher, a cada ação corresponde uma conseqüência, etc.. Todas dizem a mesma coisa. A semeadura é livre, mas a colheita é inevitável. Por isso o Conhecimento é tão importante. Conhecimento é Poder.
Existe um livro e um DVD que todos deveriam conhecer: “O seqüestro da América”, de Charles H. Ferguson e o DVD “Trabalho Interno” (Inside Job) do mesmo autor. O trabalho dele mostra como as dívidas foram contraídas e como a atual crise econômica financeira foi construída. Praticamente ninguém conhece esse trabalho de Ferguson. Pessoas que acompanham a economia nunca ouviram falar disto. Informação não é algo que está facilmente disponível. É preciso garimpar o tempo todo para descobrir. Antes de se fazer qualquer dívida é preciso pensar N vezes em todas as alternativas para não fazê-la.  A questão das dívidas é que normalmente as pessoas não pensam que estão fazendo dívidas, elas acham que estão usando um crédito. Pensam em crédito como se fosse um capital próprio e isso é extremamente perigoso. Outra forma de fazer dívida é quando se abre ou se tem um negócio que apresenta problemas de faturamento ou capital de giro. Quando acontece o primeiro sinal de queda de faturamento e do lucro é preciso “levantar as orelhas” imediatamente e analisar profundamente onde está a causa disto. Achar que se cobrem prejuízos com crédito (dívida) é outra coisa extremamente perigosa. Vê-se que o negócio vai mal, mas toda análise racional vai pelo ralo quando se cai na esperança de que melhorará. Como sempre dizem: esperança é a última que morre. E isso é fatal nos negócios. Esperança é o que leva todo viciado em jogo à falência. É a pura ilusão. Quando a condução de um negócio passa a ter 100% de emoção e 0% de razão só se pode esperar o desastre. A análise clara e racional é fundamental. Se a pessoa não consegue pensar claramente deve pedir ajuda de quem consegue. Mas, isso tem de ser feito no inicio dos problemas, onde ainda é possível sanar com facilidade. Depois que o estrago está feito a saída é muito difícil. Será necessário muito trabalho. Por esta razão é que é da maior importância entender como funciona este mundo, o universo, a economia, a mente humana. Não dar importância a esse conhecimento é uma escolha que sai muito caro.
Alguns economistas alertaram para o caminho que estava sendo trilhado pela humanidade nos 25 anos anteriores ao início da crise. Foram chamados de loucos. Mostraram a verdade e ninguém queria saber da verdade. Tudo isso poderia ser evitado como também a crise de 29 poderia ser evitada. Quem ouviu a voz da razão está livre das dívidas, quem não ouviu tem um longo caminho a percorrer até chegar à liberdade. Para aqueles que entenderam que o conhecimento cria a realidade é possível sair desta situação. Ainda hoje quem quer ouvir a verdade sobre o que acontece na economia do mundo?
Os humanos são especialistas em criar problemas por não quererem entender como funciona o universo. O preço de não querer saber é caro, é a escravidão. Já foi o tempo das correntes, agora é tudo mais sutil e eficiente.
Qual a solução individual?
A primeira coisa a entender é que existe uma Hierarquia no universo. Existe também o livre-arbítrio do co-criador. Essas duas variáveis andam juntas. O ser humano não gosta de coisas complicadas. Ele quer o que mais simples possível. Visão sistêmica é indispensável para quem quer ser livre. O universo é extremamente complexo, mas é simples de se viver nele, se a pessoa entender algumas coisas simples. Quando se pensa em apenas uma dessas variáveis, a Hierarquia e o livre-arbítrio co-criador, os resultados são complicados. Achar que a Hierarquia fará tudo e que não precisamos trabalhar e estudar é desastre na certa. E achar que não precisamos da Hierarquia e que nós como co-criadores somos capazes de tudo também é desastre na certa. Na Hierarquia temos inúmeros atores atuando, mas não é o caso aqui de nomeá-los. Estamos explicando com apenas duas variáveis para que as pessoas entendam e não precisem sofrer tanto para sair disto.
A Hierarquia administra em termos de tempo passado/presente/futuro. Isto é, sem prazos para resolver algo. E também usando todas as dimensões da realidade. Não importa o tempo nem o lugar. O objetivo é a evolução final de cada pessoa. Em que dimensão está, de onde veio ou para onde vai, é apenas circunstancial. E o tempo também é circunstancial. Trabalha-se com todos os recursos para obter o resultado: a evolução. O fato da pessoa não se lembrar de algo que fez há 10 mil anos atrás não é relevante. O importante é o resultado em termos de eternidade, isto é, o tempo não importa. E em que dimensão está se trabalhando nisso também é irrelevante. É um continuum espaço/temporal. É nesse “tecido” que se trabalha. Esse é o meio em que se atua. Tudo isso é considerado o tempo todo, propiciando as oportunidades de crescimento, aprendizagem e evolução para qualquer pessoa.
Juntamente com essa administração do universo existe o livre-arbítrio da pessoa. As escolhas livres que faz. Toda pessoa é um co-criador, ele pensa e cria, sente e cria. Literalmente. Tudo no universo é feito da mesma substância. A única diferença é o grau de autoconsciência que cada ser tem no momento. A Hierarquia também é co-criadora. Todos são co-criadores e nunca esquecer que o Todo é a soma das partes e mais que isso. É aquilo que se fala em termos de imanente e transcendente.
Pensar que só existe a variável do co-criador é uma temeridade em termos financeiros. Quando se pensa que como a pessoa é co-criador ela irá manipular a realidade a seu bel-prazer é não entender como funciona o Universo. A co-criação funciona o tempo todo, mas existe uma Hierarquia administrando todas as vontades dos co-criadores. Senão como ficaríamos? Teríamos o caos. Se cada um impusesse sua vontade sobre os demais teríamos a guerra eterna. O universo seria inviável. O filme “Todo Poderoso” com Jim Carrey mostra exatamente essa questão.
O poder está na harmonia entre a vontade do co-criador e a Hierarquia. Quando os dois trabalham pelo mesmo objetivo: a evolução. Os limites de ação de um co-criador são extensos. Ninguém pode reclamar de que foi cerceado na sua ação; vejam as fortunas pessoais que alguns tem hoje em dia e no campo militar quem tem capacidade pode fazer até uma Segunda Guerra Mundial. Em qualquer área o campo de atuação é praticamente infinito, mas a colheita também o é. Tanto para o bem quanto para o mal. Pode-se fazer o bem sem limites, como Gandhi, Martin e Mandela. É apenas uma questão de escolha do que fazer com a própria capacidade co-criadora.
Agora vejamos. Toda ação de um co-criador tem de estar em harmonia com a Hierarquia. Depois que as dívidas são contraídas pensar que por um passe de mágica elas serão resolvidas é uma ilusão. O universo é regido por leis e a economia também o é. É possível pagar as dívidas, mas com trabalho e estudo, criando a riqueza necessária para quitar as dívidas. Nenhum co-criador deixa de ser co-criador. Isso é inerente à sua essência. Da mesma forma que criou a dívida ele pode criar o pagamento. Da mesma forma que criou a carência pode criar a abundância. São escolhas. Não tem nada errado com a abundância, mas com a carência tem. Num universo onde tudo é abundante, onde a matéria é criada do Nada, como pode ter carência de algo? A carência é criada pelo sistema de crenças da pessoa e isso é uma escolha dela. Ela acredita no que quiser e criará sua realidade de acordo com essas crenças. Todo ser tem discernimento para julgar isso e decidir por si só. A intuição nunca falha. A questão é “ouvir” a intuição. Se a mente não pára um segundo como se pode ouvir a intuição? Continuamente a informação da intuição tenta chegar ao consciente. Nosso ego deve permitir que isso aconteça para que a pessoa ouça o que está sendo orientado a fazer para a sua própria felicidade. Quando se inicia um negócio, durante a administração dele, ou antes de fazer uma dívida, sempre temos a voz da intuição para nos guiar. É preciso ouvi-la. E quando o problema já está criado mais urgente ainda é necessário ouvi-la.
Unindo harmoniosamente estas duas realidades tudo pode ser resolvido. A solução tem de estar em harmonia com a Hierarquia. O co-criador deve usar todo seu conhecimento e poder para resolver os problemas, mas em harmonia com a Hierarquia. Visando o resultado final: a evolução.´

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Você pode copiar e redistribuir este material contanto que não o altere de nenhuma forma, que o conteúdo permaneça completo e inclua esta nota de direito e o link: www.heliocouto.com

Um comentário:

Roberto Caldeirini Junior disse...

Mais um excelente texto do Prof. Hélio Couto e com referências bibliográficas para nos aprofundarmos no tema.

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Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

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Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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