sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Resistência ao crescimento VII


Resistência ao crescimento VII


A revista “Mente e Cérebro”, edição especial n.50 Neurociência 2, traz o artigo “A biologia dos desafios”. Fala sobre a resistência psíquica ou resiliência e a química cerebral envolvida. É a explicação para persistir, tolerar, aguentar, ter esperança, etc.

Pois bem. Não é isso que estamos falando sobre o Caos. Aguentar, tolerar, etc. faz com que simplesmente fiquemos do jeito que estamos. Não há evolução em aguentar.

O Caos permite que novas estruturas cerebrais sejam criadas para darmos um salto de consciência. Um salto qualitativo na nossa visão de mundo. Ficamos melhores à cada situação caótica que enfrentamos. Esse é o objetivo do Caos. Tornar tudo melhor, fazer com que haja evolução constante e infinita.


Suponhamos um planeta perfeito. A humanidade deste planeta hipotético atingiu um nível excelente de progresso, paz, abundância, saúde, etc. Tudo funciona perfeitamente neste planeta. Qual seria o próximo passo neste planeta? Ficar na zona de conforto perfeita pela eternidade? Não é assim que funciona o universo. Quando acontece de um planeta chegar neste ponto há uma catástrofe cósmica, tipo meteoro que destruiu os dinossauros, e todos podem começar a evoluir novamente. Existe uma extrema sabedoria nesse processo. Embora à primeira vista pareça uma desgraça. Em termos cósmicos é um avanço. Um novo planeta será melhor ainda e todos terão oportunidade de trabalhar e melhorar suas habilidades.

É imperativo que todos assimilem este conceito para que suas vidas possam progredir na medida necessária e não atrasar a evolução. Adotar uma postura de sair da zona de conforto o tempo todo garante essa evolução. Fazer coisas difíceis que exijam muito esforço em todos os sentidos provê que cresçamos e estaremos totalmente preparados para quando os eventos caóticos acontecerem normalmente.

Hélio Couto

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Matrix XIII



Matrix XIII

Livre arbítrio

Morpheus pergunta a Neo se ele acredita em destino. Neo diz que não, porque quer acreditar que controla a própria vida.

Esta é uma questão fundamental na vida de qualquer pessoa. Neo também tem de se defrontar com ela. Existe livre arbítrio absoluto ou relativo? Qual é a margem de manobra que temos na vida? Até onde vai o livre arbítrio?

Para responder estas questões e todas elas foram respondidas no filme, é preciso entender a Matrix e o que está além da Matrix. A Matrix está fundamentada sobre o que? O Arquiteto criou a Matrix, mas além dele o que existe? Qual é a realidade última?

Estas questões sempre estiveram na ordem do dia desde que a humanidade habita este planeta, bem como em todos os planetas habitados. Isso é inerente a todo o universo em todas as dimensões. Neo no princípio se debate com isso, mas na terceira parte da trilogia ele aceita a verdade e então pode fazer o que tem de ser feito. Morpheus estava certo.

Quando se entende a realidade última, os fundamentos do universo, o alicerce de tudo o que existe, é que se pode entender a morte, o destino, a causa e o efeito, o livre arbítrio, de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos, etc. Todas as questões metafísicas são respondidas. É óbvio que todas as questões físicas também. As “esquisitices” da Mecânica Quântica só existem enquanto não se entende a Realidade Última. Quando esta é entendida todos os problemas desaparecem, tudo é resolvido, tudo é solto, tudo é entendido e compreendido, tudo é aceito, a expansão da consciência é total e a felicidade também.

Existe aparentemente uma dicotomia entre Caos e Ordem. Na verdade, são a mesma coisa. O Caos faz parte da Ordem do universo. Tudo está bem e em divina ordem e paz. Tudo é como tem de ser. Pois é o estado atual da consciência coletiva. É o melhor mundo possível hoje. Amanhã será melhor e assim por diante. A Ordem implica no Caos. O Caos faz com que a Ordem exista e progrida. O Caos é oportunidade de crescimento e evolução. O Caos propicia o crescimento acelerado. O Caos acelera a expansão da consciência. E tudo o que existe é consciência pura. Sugiro a leitura do livro “Caos” de James Gleick. Quando isso é entendido o Caos é visto como a evolução em ação. O Caos está dentro da Ordem. São a mesma coisa.

Pois bem. Teoricamente estamos dentro de uma limitada percepção da realidade através dos cinco sentidos. O que não sentimos não existe. É a visão materialista da existência. É complicado isso, pois um crustáceo tem mais percepção que nós e uma galinha também. A realidade de seres com mais percepção sensorial é completamente diferente da nossa. O espectro eletromagnético é um exemplo disso. Não vemos as frequências altas, mas elas existem. Seu celular só funciona porque existem ondas que você não vê. Tudo emite uma onda e tudo é uma onda. Portanto, é preciso colocar a percepção extra-sensorial dentro do nosso paradigma. Caso queiramos ser felizes realmente a longo prazo. Uma emoção de contentamento passageiro é uma coisa (comer um pedaço de pudim), mas ser feliz é outra completamente diferente. É o sentimento de fundo que permeia a vida da pessoa. O ruído de fundo. Ser feliz ou não. E para ser feliz é preciso ter uma profunda compreensão filosófica da existência. É isso que Neo aprende na sua jornada. Quando ele ressuscita está completamente consciente disso e faz o que tem de ser feito.

Existe uma realidade última em que o universo está baseado. O universo, a realidade física e de todas as dimensões superiores, é emanada pela Realidade Última. O Todo. Tudo é permeado e penetrado pelo Todo. Nada existe que não seja o Todo. Nada está separado do Todo. O Todo é tudo o que existe. Está é a realidade pura e simples. Negar isso é complicar a existência sem necessidade. Aceitar isso resolve todos os problemas. Isso não significa que aceitar o Todo fará com que suas dívidas desapareçam e todos os demais problemas, mas a solução está a caminho. Trabalhando junto com o Todo tudo pode ser resolvido. Sempre considerando que a vida existe em todas as dimensões. É preciso sempre olhar o grande quadro. O que não dá para resolver nesta dimensão é resolvido na próxima. E se não dá para resolver na próxima volta-se para cá para resolver e assim por diante. Ad infinituum.

A contabilidade cósmica funciona em todas as dimensões e tempos. Não é uma coisa de uma vida, nem de um planeta, nem de uma determinada dimensão. Tudo é considerado para resolver um problema qualquer. Se existe um problema que não tem solução numa vida, ele é passado para a vida seguinte e resolvido lá. Portanto, morte não existe. A pessoa está viva sempre com todas as percepções normais e outras mais avançadas dependendo da dimensão que está. Por exemplo: a capacidade de ver pela nuca sem os olhos. Infinitas possibilidades. Portanto, nós sentimos saudades dos entes queridos que não estão mais nesse plano, mas eles estão tão vivos como nós. E podemos ter contato com eles se acreditarmos que podemos. O que a pessoa pensa que é real é real para ela. Essa é a Matrix também. O sistema de crenças, o paradigma, cria a realidade da pessoa.

O livre arbítrio que temos está dentro das infinitas possibilidades do Todo. Ele é o Observador final. Ele colapsa a realidade última. A pessoa pode atravessar um farol vermelho, mas o Todo é que colapsa para que fique vermelho ou verde. Pode-se infringir a vontade do Todo. Isso é livre arbítrio. Mas, as consequências fazem parte do livre arbítrio. O Caos está na Ordem. O Caos ajusta a Ordem e a Ordem ajusta o Caos. Ação e reação. Causa e efeito. Plantação e colheita. É evidente que tudo isso tem de estar fundamentado em alguma realidade última. Não existe forma de fugir da realidade última. Um campo, Bóson de Higgs, colide com outro campo e dá massa a este. Esta massa vira quarks, que viram prótons, que viram átomos, que viram moléculas, que viram células, que viram órgãos, que viram uma pessoa. Tudo isso dependendo da realidade última, da qual originam todos os campos. 

Os limites do livre arbítrio são extensos. Dá para qualquer um se divertir à vontade. Vejam a história. Uma pessoa pode fazer uma guerra mundial, pode ter uma fortuna incalculável, pode fazer o mal em larga escala ou pode fazer o bem em larga escala. Ou pode fazem em pequena escala ou não fazer nada. Este é um planeta de livre permissão. Todos são livres para se expressarem na medida das possibilidades e o quanto queiram. Para o bem ou para o mal. É claro que existem consequências tanto para quem faz o bem ou o mal. Aparentemente as consequências para quem faz o bem não são tão atrativas. Isso é porque o fato está sendo analisado dentro de um determinado paradigma. Quem tem martelo acha que todo problema é prego. Isso é um paradigma. Quando se expande isso para enxergar todos os lados da questão tudo muda de figura. Tudo passa a ter outra perspectiva. E quanto mais se expande a consciência mais perto vamos chegando da perspectiva do Todo. O Todo vê todas as variáveis e trabalha em função delas. Infinitas variáveis e possibilidades.

Desta forma o livre arbítrio é relativo, mas em termos práticos ele é absoluto. As possibilidades de crescimento e evolução são tão extensas, que ninguém pode reclamar que não tem campo de ação suficiente para aplicar suas habilidades. Qualquer habilidade pode ser expandida sem limites. Limitar o próprio crescimento ou dos demais é uma coisa que vai contra a vontade do Todo. O destino é a expansão de todas as infinitas possibilidades. É a viagem. 

O Oráculo sabe os futuros prováveis. Ela sabe que Neo é o escolhido, mas ele tem de descobrir isso por si só. Morpheus está facilitando que ele descubra isso. Alguém de fora precisa entrar na Matrix para despertar os demais. Ninguém sai do buraco puxando os próprios cabelos. No universo, todos devem se ajudar, pois é através dessa ajuda mutua que a evolução acontece. Isso faz parte fundamental do planejamento cósmico. Cada um tem uma parte importante na evolução de tudo. Por isso cada potencial tem de ser desenvolvido ao máximo. Por isso quando se fala que tempo é dinheiro, também é verdade que tempo é evolução. Não se pode perder tempo. Isso atrasa a evolução geral.

Cypher tem a noção de que ser livre é fazer o que bem entende dentro da Matrix. Isso também é um livre arbítrio relativo. Não existe livre arbítrio absoluto, pois só o Absoluto pode ser absoluto. Fazendo isso Cypher restringiu ainda mais o seu livre arbítrio, pois agora ele tem um livre arbítrio relativo dentro do relativo. Só podemos ter o máximo de livre arbítrio dentro do Todo. Dentro do Absoluto. Nesse ponto temos uma vasta possibilidade de livre arbítrio. Considere que até o Absoluto não tem livre arbítrio absoluto. Ele é Amor Incondicional. Portanto, não pode deixar de sê-lo. Ele não é livre para fazer o mal, pois é o Bem Absoluto.

A possibilidade de escolher é a coisa mais importante que existe. Ela permite que possamos nos desenvolver ao máximo de nossas capacidades presentes. E isso afeta as outras dimensões e o que acontecerá quando trocarmos de dimensões. Isso é uma forma de falar, já que estamos em todas as dimensões ao mesmo tempo. Uma moeda tem dois lados. É impossível ter uma moeda de um lado só. É a mesma coisa conosco. Nossos sete corpos estão em todas as dimensões. De novo, para quem acredita. E todos são livres para acreditar ou não.

A questão de uma vida ser bem-sucedida ou não depende das escolhas que foram feitas. Os resultados são relativos. Não é o que conta na prática. A intenção, as escolhas é que contam. Sócrates foi bem-sucedido ou não? E foi condenado a morte. Isso foi um sucesso ou não?

Hélio Couto
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Catarse I


Catarse I

As pessoas gastam dezenas de anos acumulando energia negativa em seus corpos. Esses miasmas formam grossas camadas por cima do corpo e órgãos. Eles são fruto de todos os pensamentos, sentimentos, crenças, ações, não-ações, tabus, preconceitos, traumas, etc..

Os miasmas são continuamente gerados pelos motivos acima. Todo dia, segundo a segundo, são acumulados. Quanto tempo leva para limpar isso? Esse tempo varia, mas não são as dezenas de anos levadas na acumulação. É preciso considerar que enquanto se está limpando é melhor não continuar sujando!

Quando a onda de limpeza entra pelo cérebro e vai até o cérebro reptiliano (Complexo-R), na maioria das vezes encontra uma carcaça endurecida. Um escudo envolvendo o CR que o impermeabiliza. A onda tenta penetrar, mas escorre pelos lados...

Nas outras áreas cerebrais a onda entra também pelas sinapses e microtúbulos. Encontra então uma onda contrária, de tom escuro, que impede a passagem da onda luminosa. Isto é o EGO da pessoa, que resiste às mudanças. 

Quando a pessoa está dominada por um ego imenso, que só vê os próprio interesse, o sentimento de amor é praticamente nulo. O que deixaria a onda luminosa passar seria o amor que a pessoa sentisse. O que permitiria o CR evoluir seria entender que a sobrevivência só é garantida pelo amor. Tudo o mais é falso e ilusão. As racionalizações só atrasam a evolução e provocam mais sofrimento.

Imaginem como é o CR de uma pessoa que planeja uma guerra? Que fornece recursos para os dois lados a guerra toda? Que sentimento de amor pode ter essa pessoa?

Essas manipulações acontecem em todos os setores da vida humana. Quando se concorda com isso ou se omite em relação a isso, reforçamos o CR e ele fica imune à onda luminosa. Toda a história humana está repleta dessas ações e continua...

É possível transmutar o CR, mudar suas crenças e atitudes. Para isso o neocortex tem de assumir o controle. E isso depende de que se dê tempo para ele acessar as informações e controlar o CR. O CR e o sistema límbico são extremamente rápidos em agir (rápido no gatilho) e o neocortex leva o dobro do tempo para receber a informação. Nesse ponto o CR já fez um monte de besteiras. Quando se fala “perdi o controle”, na verdade quem assumiu o controle foi o CR. E ele não procura o seu melhor interesse. Ele só vê o próprio interesse (dele, CR). Se mantivermos um sentimento de amor incondicional o tempo todo, logo o CR mudará.

Como tudo na vida é uma escolha.

Hélio Couto

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Índia



Índia

Mês passado uma estudante de fisioterapia de 22 anos foi estuprada e morta por 6 homens num ônibus durante horas. Inclusive com uma barra de metal. A cada 22 minutos uma mulher é estuprada na Índia. Em termos globais 7 de cada 10 mulheres serão abusadas. E estes são os casos relatados. Os casos de estupros dentro das famílias não são denunciados.
Um dos agressores disse que fez isso porque ela resistiu!

É uma lógica interessante do cérebro reptiliano (Complexo-R). Ele quer poder sobre você. Para ter poder ele precisa fazer você sofrer. O sinal mais evidente de poder é fazer o outro sofrer. Essa é a marca registrada do cérebro reptiliano. Se o outro não sofre ele não tem ideia de que você tem poder sobre ele. E o sofrimento deve ser infringido de todas as formas. Desde as mais brutais até as mais sutis. O cérebro reptiliano quer reconhecimento. De que adianta o poder sem que os outros saibam que você o tem?

Portanto, na ótica do cérebro reptiliano ela deveria ser estuprada quieta. Sofrer em silêncio. Não reclamar, não resistir, não lutar, morrer em silêncio. Assim ela seria perfeita. A vítima perfeita. E tudo continuaria em paz.

Os estupros são raramente punidos e quase nunca denunciados. Eles falam que elas provocam o estupro. Outra lógica reptiliana.

É por essa mesma lógica reptiliana que Gandhi foi assassinado. Tudo isso está interligado e é o mesmo poder sendo aplicado. Nas mulheres, crianças, líderes espirituais, etc.. Porque Gandhi resistiu ao Império? Deveria ter ficado quieto, como a mulher deveria ter ficado quieta. A lógica reptiliana dá uma extraordinária matéria de estudo do que é não-ter-consciência.

Vejamos a seguinte questão. Supõe-se que a necessidade sexual é que leva ao estupro. Isso é o que se pensa. Não é uma questão de amor. É uma questão de pura atividade sexual. Não há afetividade alguma. Num mundo em que existe total liberdade sexual em praticamente todos os lugares, qual a necessidade de estuprar uma mulher? A prostituição está disseminada em todos os lugares. Conseguir um relacionamento é a coisa mais fácil que existe nos bares e baladas. Qual a dificuldade que esses homens tinham para conseguir uma relação sexual?

Entendem o ponto? A questão não é sexo. Sexo eles obteriam em qualquer lugar. Eles não têm a menor ideia do que é amor e afeto. E nem de sexo. Porque se fosse uma questão de sexo poderiam contratar uma profissional. Acontece que mesmo no sexo aos poucos vai entrando a questão afetiva. Tive uma cliente que era prostituta,  que só atendia 3 vezes o mesmo  cliente, porque depois disso já não conseguia ser profissional. Mandava o cliente procurar outra.  Mesmo profissionalmente o risco de afetividade é grande. É por isso que eles não procuraram uma profissional. Não é uma questão de sexo, amor ou afeto. É uma questão de poder. A única coisa que entendem. A única coisa que o satisfaz. Poder pelo poder e poder absoluto.

E porque isso não é punido? É claro que não é punido porque é um mundo masculino. O poder está nas mãos dos homens. Yang cem por cento. Desta forma tudo é acobertado. Se tiverem dúvida façam uma pesquisa sobre sacrifícios humanos.

Qual a solução para isso? Somente com a transformação do cérebro reptiliano esse problema diminuirá e um dia desaparecerá da Terra. E essa transformação só acontece com a expansão da consciência. Com o entendimento de como é realmente o universo. Não as estórias que contam. A realidade física do universo. Basta estudar um pouco para entender isso. A questão não é falta de Inteligência. É não aceitar a realidade.

Se quiserem assistir a um filme excelente sobre o cérebro reptiliano, vejam “O Senhor dos Anéis”. A metáfora perfeita da nossa sociedade.

Hélio Couto
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Cérebro Reptiliano I





Cérebro Reptiliano I


Na medicina essa parte do nosso cérebro é conhecida como Complexo-R. Foi pesquisada pelo neurocientista Paul MacLean. Seu livro “The triune brain in evolution”, Ed. Kluwer Print on Dema, custa 1.352,70 reais. Um livro com este preço deve ser sobre um assunto extremamente importante e valioso, não acham? E também estar ao alcance de muitos poucos é claro!


Para uma descrição científica vejam: http://pt.wikipedia.org/wiki/Encéfalo


O cérebro reptiliano é responsável pela auto-preservação e agressão. Essa é sua função principal. Já está visto o quanto ele é responsável pela situação da pessoa na vida, seu dinheiro, sua saúde, seus relacionamentos, etc. O comportamento humano está na função direta do Complexo-R. Ele explica o porquê da tremenda auto-sabotagem que os humanos fazem. Entendida a função do Cérebro Reptiliano entende-se praticamente todo o comportamento humano, todos os problemas que existem nesse planeta e também qual é a solução. 


Não estou falando do cérebro dos crocodilos. O Complexo-R ou Cérebro Reptiliano é o nosso cérebro. A parte mais profunda dele. É da maior importância entender como ele funciona, pois ai a solução dos problemas aparece como passe de mágica. Já perceberam todos os comportamentos repetitivos de auto-sabotagem que os humanos fazem? O Complexo-R é o responsável. Lembram quando falo que é preciso limpar toda a programação negativa ou passar pela catarse? É nele que está toda essa programação.


Quando é associado com o cérebro límbico e a amígdala é imbatível na manipulação.


No livro “Inteligência Emocional” de Daniel Goleman está uma descrição extensa do que é um seqüestro emocional.


Todos os desejos instintivos e reações de luta/fuga provem dele. Vejamos suas características:


Todas as reações de agressividade com todas a gama de violência implícita, decorre dele. É por isso que é tão fácil criar uma guerra. Toda vez que a pessoa age sem pensar, na verdade está pensando apenas com o cérebro reptiliano. Vejam a diferença de velocidade na resposta à informação entre a amígdala e o neocortex.


Toda a sociedade está repleta de comportamentos ritualísticos. É essencialmente uma função do Complexo-R. É lógico que esses rituais implicam numa hierarquia. Em todos os setores de atividade existe a hierarquia. Toda cerimônia está baseada nisso. Isso permite a dominação, a manipulação e a exploração. Evidentemente que numa hierarquia a informação é segmentada para que apenas quem esteja no topo tenha toda a informação. Embaixo cada um sabe apenas uma pequena parte. Quando eu trabalhei em processamento de dados numa empresa pequena tinha acesso a todos os sistemas e todos os programas de cada sistema. Toda a informação passava por mim. Depois fui trabalhar numa gigantesca multinacional e ai só tinha acesso a uma pequena parte de uma parte de uma parte de um sistema. Cada analista só tinha acesso a uma diminuta parte do sistema. Ninguém conseguia entender o que fazia o sistema. Somente o gerente sabia o que aquilo significava. Se você entender até onde a informação pode ser segmentada entenderá o quão poucas pessoas entendem realmente a realidade.


Como informação é poder fica evidente que a informação não pode ser codificada de forma simples e inteligível. Ela tem de ter múltiplos significados. Desta forma pode-se falar qualquer coisa e somente poucos entenderão o alcance do que se está a falar. O cérebro reptiliano é perfeito para isso. Pois ele trabalha com símbolos. Símbolos são extremamente eficientes para passar uma informação e muito econômicos. Veja um outdoor numa estrada dizendo que dali a 29 quilômetros encontrará uma determinada lanchonete. Basta colocar o logotipo e a distância. Todo o resto da informação sobre a lanchonete está implícito no logotipo. O mesmo se aplica com a ideia de poder. Pode-se simbolizar o poder para que quem o veja saiba com o que está lidando.


Essa questão do comportamento perante o poder (o cérebro reptiliano está programado para submeter-se ao poder) é muito clara quando se vivencia isso. Uma vez um gerente de processamento de dados estava conversando comigo e tomando um café. Segurava nas mãos o copinho de café quando ouviu o diretor gritar o seu nome. O gerente ficou paralisado e não sabia o que fazer com o copo de café. Se pudesse teria deixado o copo no ar e corrido para a sala do diretor. Levou uns segundos para poder se concentrar e colocar o copo numa mesa e sair correndo para a sala do diretor. Outros podem sistematicamente ser contra o chefe, mesmo que isso seja ilógico.


A insensibilidade é outra característica do cérebro reptiliano. Pode-se ver isso nos tratamentos cruéis em relação aos animais, crianças, mulheres e pessoas mais fracas em geral. Vejam nosso DVD sobre mutilação genital feminina para ter uma ideia. Outra forma é a racionalização. Outro dia estava almoçando e ouvi uma conversa sobre uma série de televisão. Uma pessoa disse que o comportamento assassino de um líder era para defender a comunidade! É assim que se justificam milhões de mortes numa guerra, por exemplo.


O cérebro reptiliano adora controlar tudo que for possível. Nenhuma variável pode ser deixada de lado. Somente o controle absoluto interessa e é perseguido a todo custo. Isso é uma coisa compulsiva e infinita. Não passa pela cabeça dele que exista algo como Teoria do Caos, que impede o controle absoluto. Da mesma forma o Principio da Incerteza é um pesadelo para o Complexo-R. Ele abomina a indeterminação e as probabilidades da Mecânica Quântica. Daí vocês já podem ter ideia de onde vem toda a resistência em entender a Mecânica Quântica. Qualquer informação que coloque em cheque a visão dominante é abolida imediatamente. Sem nenhuma análise. Se uma pessoa afirma que a Terra gira em volta do Sol é queimada na fogueira!


Para se ter poder absoluto é preciso controlar tudo. Uma coisa implica na outra. Desta forma qualquer visão de mundo que permita divergência de opinião deve ser abolida. Somente uma única visão de mundo pode existir. Daí temos as perseguições políticas, as guerras, a Inquisição, a queima de livros, da Biblioteca de Alexandria, da Biblioteca de Atenas, os genocídios, etc. Na busca de um único controle e poder absoluto.


Uma coisa puxa a outra. Para se ter poder absoluto é preciso possuir tudo. Partes não são suficientes. Somente tudo satisfará. E esse tudo é uma coisa complicada porque o Universo é grande... Daí vem a insatisfação com qualquer quantia de dinheiro que se ganhe, com as quantidades de comida além do necessário que se come, com as compras compulsivas (lembram daquela senhora que tinha 800 pares de sapatos?), etc.. Nunca é suficiente. E a posse tem de ser sobre tudo e todos. Nada pode ficar fora do alcance.


Para se possuir tudo é preciso controlar o território. E cada um marca o território como pode. Alguns com bombas atômicas e outros fazendo xixi no poste!


O sentido de domínio dá uma enorme satisfação para o cérebro reptiliano. Lembram que Nietsche disse que somente tem dois tipos de pessoas felizes neste mundo? Os que tem o cérebro reptiliano totalmente no controle.


Toda compulsão vem da necessidade de controlar, possuir, dominar tudo e todos. Essa necessidade nunca é satisfeita, porque o medo de não ter o suficiente é inato ao cérebro reptiliano. Portanto, nunca é suficiente.


Os comportamentos obsessivos são a mesma coisa. O medo é inerente ao cérebro reptiliano. Ele teme o tempo todo. Procura a segurança absoluta o tempo todo. Imagine um alarme de carro que nunca se desliga, nem quando você está dirigindo o carro!. 


É lógico que se todos procuram o domínio total a todo custo teremos conflitos eternos. É justamente isso que acontece. Enquanto um determinado cérebro reptiliano não consegue o controle absoluto, ele se submete à outro. É uma forma de segurança também. Enquanto ele não arruma um jeito de derrubar o que está acima dele. É por isso que o superior é sempre cruel e impiedoso. Sabe que se vacilar o inferior toma seu lugar. Desta forma temos as hierarquias, que funcionam tão bem. Isso permite enfrentar outras hierarquias concorrentes. Já viram no Animal Planet um grupo de crocodilos comendo um boi? Muito instrutivo! Essa necessidade de submeter-se para garantir a segurança permite as guerras e todas as atrocidades, que são feitas “apenas cumprindo ordens”.


Para o cérebro reptiliano tudo é uma questão de sobrevivência do mais forte, mais apto, mais adaptável. Soa familiar? Isso justifica toda a barbaridade das guerras.


Da submissão à adoração temos apenas um passo. É uma forma mais eficiente de controlar criando uma adoração do que tendo de insuflar medo o tempo todo. É mais econômico. Aqui entra também a manutenção do status quo.


É claro que para criar uma estrutura assim só pode haver um tipo de comportamento. A rigidez, sem nada alternativo ou maleável. Sem pensar, sem questionar, sem analisar, etc.. Toda superstição é perfeita para isso. Se não se analisar é possível implantar qualquer crença ou superstição da maneira mais perfeita possível. Lembram que foi dito que uma mentira repetida o número adequado de vezes tomará ares de verdade? Mais fácil que tirar doce das criancinhas ou roubar o passe do metrô da velhinha!


Depois de um certo tempo, fica mais fácil ainda porque sempre foi feito daquela forma! É a tradição! Lembram da história dos chimpanzés que espancavam outro chimpanzé simplesmente porque sempre foi assim que foi feito? E se um chimpanzé questionar isso também será espancado.


Aqui também entra a visão de que este-mundo-é-tudo-que-existe. Esta visão de mundo dá um sentido de segurança muito agradável para o cérebro reptiliano. Só existe o que percebo com os meus sentidos. É por isso que posso usar celulares e não pensar em ondas. Qualquer mudança no status quo é visto como ameaça e deve ser eliminada ou ignorada. É por isso que a ciência avança funeral após funeral, como disse um físico.


O sistema de promoção por idade também é do cérebro reptiliano. Não importa a eficiência e sim a idade. 


O sistema de leis também é seguido fielmente por ele. Por mais absurdas que sejam as leis elas são seguidas. Não segui-las tem conseqüências para os que estão abaixo do Macho Alfa. O cérebro reptiliano sabe identificar isso prontamente.


Qualquer tipo de crença pode ser implantada se for suficientemente repetida. A história está repleta desses exemplos o tempo todo. Ela funciona em função de todas as características explicada acima. Da mesma forma qualquer cultura pode ser implantada facilmente. Basta ter os meios de divulgar o que quer que seja.


Sentir compaixão pela dor alheia é um sinal de evolução. Isso seria uma função do neocórtex. O cérebro reptiliano é o inverso. Para ele tudo é comida.


Cérebro reptiliano e entropia psíquica têm tudo a ver. A entropia psíquica acontece quando não controlamos nossa mente e a deixamos “vagar”. Imediatamente aparecem os pensamentos negativos. Isso porque a energia tem de ser controlada senão decai, isto é, perde energia e organização. Para que haja crescimento tem de haver um foco mental organizador. Temos de controlar nossa mente para não ter pensamentos negativos. Já sabem que tudo que pensamentos e sentimos nós atraímos. Acontece que se nós controlarmos nossa mente (isso é uma função do neocórtex) o cérebro reptiliano perde o controle. Já viram que ele tem pânico de perder o controle, portanto, ele fará de tudo para retomá-lo, isto é, para que você volte a ter pensamentos negativos. Soa familiar?


O sentimento dominante do cérebro reptiliano é o medo. Medo de tudo e de todos. Isso vai até o medo extremo de pensar que o mundo pode não ser como se pensa que é. Esse é um pânico existencial. Imagine o stress que isso causa. Para o cérebro reptiliano o continuum espaço/tempo não existe. Só existe o agora. Portanto, qualquer trauma trazido à memória provoca a mesma reação da primeira vez. Isso é uma valiosa ferramenta de manipulação! E vocês sabem que todas as funções orgânicas automáticas são controladas pelo cérebro reptiliano. Não precisamos pensar para respirar, digerir a comida, etc. Pense no poder que o cérebro reptiliano tem para moldar suas emoções, seus sentimentos e seus comportamentos. É assim que a pessoa bate o carro para estragar o aparelho que toca o cd!


Outra característica é que ele é um servo mecanismo, isto é, não aprende com os próprios erros. Isso é função do neocórtex. Portanto, os mesmos erros serão cometidos vezes sem conta. A auto-sabotagem acontece uma vez após outra. Sempre na mesma situação, seja um cargo, um salário, uma situação de melhoria na vida, etc.. É por isso que a programação do cérebro reptiliano é feita na infância com total eficiência. Tudo que a criança experienciar será gravado a ferro e fogo. Esse comportamento será repetido pela vida a fora. A não ser que seja apagado.


Toda a questão sexual está controlada pelo cérebro reptiliano, portanto, tudo diz respeito a sexo tem uma importância transcendental na nossa sociedade. Porque é pelo sexo que se programa facilmente o cérebro reptiliano. Toda lavagem cerebral feita com traumas sexuais é extremamente eficaz. Vejam os casos tidos como Transtorno de Múltiplas Personalidades. E quanto mais cedo o trauma for impingido maior a eficiência.


Em vista do explicado acima o que fazer?


Queremos ser livres ou não? Queremos ser felizes ou não? Queremos evolução ou não? É simples escapar de tudo isso acima. A simples mudança de consciência. A Consciência cria a realidade. Mudou a Consciência mudou a realidade. Nenhum ato físico é preciso. Só mudar a consciência. A visão de mundo. É uma mudança puramente interna. A mudança da consciência para um novo paradigma. Basta trocar a visão de mundo. Expandir a consciência do que é a realidade. É possível diminuir e anular o controle do cérebro reptiliano. Ele pode ser transmutado totalmente. É possível ficar livre do cérebro reptiliano. Quando a pessoa atingiu o nível de Consciência de união com o Todo, ela está livre do cérebro reptiliano.


Isso é o que a Ressonância Harmônica permite fazer. Esse é o objetivo final.

Hélio Couto
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Unificação com a Centelha Divina



Unificação com a Centelha Divina

O que é estar unificado com a Centelha Divina?

É fazer a vontade do Todo sempre. É ser o Todo. É viver para o Todo. É ser do Todo. É fazer para o Todo.

Evidentemente que isso é o contrário do que quer o cérebro reptiliano (Complexo-R). O ego vê somente os seus próprios interesses. Em tudo. Tudo que diz respeito à manipulação, poder, território, ganância, etc. é da essência do ego reptiliano.

Para fazer a vontade do Todo é preciso ir contra todo o instinto. Contra todos os instintos. E isso não é fácil. Por isso a evolução leva tanto tempo. Pois, quanto mais a pessoa conhece, mais poder ela tem. E ela tem de colocar esse poder à disposição do Todo. Não pode usar o poder para seus interesses particulares. Na verdade quem está unificado não tem interesses particulares.

E a pessoa tem de estudar mais e ter mais conhecimento. E não pode usar esse conhecimento em benefício próprio. E deve estudar mais. É um evento circular. Um círculo vicioso, que na verdade é virtuoso. Ascendendo sem parar. Elevando a própria frequência sem parar. E só ajudando, trabalhando e estudando. Sem parar. Ad infinitum. O Todo é assim. Exatamente assim. Unificar é ficar exatamente igual ao Todo. Na mesma frequência.
Os místicos dizem: desaparecer no Todo. Fundir-se com o universo. São formas de falar a mesma coisa. A individualidade continua existindo, mas o ego desapareceu. Só existe o Todo. O corpo espiritual pode se fundir com a energia do Todo e voltar a ter forma. Mas, o Todo continua unificado naquele ser. O ser pode dissolver-se no Todo e voltar a ter forma imediatamente. Dependendo da vontade do ser unificado. Isso é ser a mesma coisa com o Todo. Não importa se tem forma ou não. A consciência individualizada permanece, mas ela é o Todo. São o mesmo.

Isso implica em abdicar completamente do ego. De buscar os interesses pessoais. É entregar-se totalmente ao Todo. Render-se ao Todo. E isso tudo tem de ser um sentimento real. Não pode ser tática, estratégia, política, negociação, etc. O Todo está dentro de tudo. O Todo é tudo o que existe. A parábola de Jonas e a baleia é um exemplo disto. Jonas ficou dentro da baleia por 3 dias. Nós estamos dentro do Todo da mesma forma. Como Jonas iria manipular a baleia? Como fazer negócio com a baleia?

Portanto, unificação é uma coisa simples de entender, mas muito difícil de fazer. Normalmente acontece depois de muito sofrimento. Mas, não precisa ser assim. Pode ser de livre e espontânea vontade. A qualquer tempo.

Hélio Couto
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Pré-requisitos I

Pré-requisitos I

Para que se possa entender como funciona o universo é preciso ter conhecimento de alguns pré-requisitos. Com este conhecimento fica muito mais fácil obter os resultados desejados. Existe uma série deles e serão explicados gradativamente. Tudo que já foi falado e escrito supõe que estes pré-requisitos sejam de conhecimento público.

O primeiro é entender a arquitetura do universo. O universo inteiro é o Todo. Tudo o que existe é o Todo. O Todo é consciente, inteligente, conhece tudo, está em tudo e pode tudo. E acima de tudo é benevolente. O Todo é pura energia vibrando na mais alta frequência possível. Toda a matéria (massa) advém do Todo emanar de Si mesmo uma onda que colidindo com outra onda de Si mesmo adquire massa. É o que acontece quando o Bóson de Higgs colide com outra onda. Nesse instante aparece a massa neste universo. Este é o conhecimento da física terrestre no momento. É nesse ponto que aparecem os Quarks, que formam os Prótons, que junto com os Elétrons e Nêutrons formam os átomos, que formam as moléculas, que formam as células, que formam os órgãos, que formam os seres biológicos, por exemplo. Tudo é massa e onda ao mesmo tempo.

O próximo entendimento é a Centelha Divina que está presente em todos os seres emanados. É uma coisa física com substância atômica. Não é um conceito abstrato ou filosófico. É absolutamente física. Esta Centelha é o Todo e só pode atuar em todo seu potencial se o Ego permite. O Ego encapsula a Centelha. E neste ponto entra o livre arbítrio do ser. A Centelha pode assumir e resolver todos os problemas do ser, mas depende da permissão do ego do ser. Todos os problemas tem solução caso sejam entregues à Centelha, mas a solução pode não ser a que o ego quer e é nesse ponto que todos os problemas começam. Esta é a grande questão que todo ser tem de resolver um dia, mais cedo ou mais tarde. Tudo está na dependência do ego permitir a Centelha atuar. E este é o aprendizado milenar que o ser faz, sabendo ou não disto. Quando a Centelha é recusada pelo ego, este passa a ter que resolver os problemas por si mesmo, o que é extremamente difícil já que o ego saiu de fase com o Todo. Tudo funciona bem dentro do Todo, mas fora da Sua frequência as coisas ficam muito complicadas, para dizer o mínimo. Aceitar o Todo é fundamental para a felicidade, o progresso, a prosperidade e tudo o mais de bom que existe. Deixar que o Todo resolva os problemas é fundamental. Fluir com o Todo é fundamental. Soltar tudo e viver no Todo é fundamental. 

Quando isso é entendido e aceito os problemas começam a serem resolvidos. Evidente que tudo tem consequências milenares em termos de polaridades positivas e negativas, que precisam serem resolvidas e equacionadas para que o ser possa aumentar sua frequência pessoal. O que permite aumentar a própria frequência é o sentimento de amor incondicional. Portanto, isso está dentro das possibilidades de todo ser. Só depende de si mesmo aumentar sua vibração e entrar cada vez mais em fase com o Todo. Este é o destino final de todo ser. Entrar em fase com o Todo. Este deve ser o objetivo prioritário da vida de todo ser. O resto é consequência.

Hélio Couto

Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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